Na época da matrícula e da rematrícula, a maioria das...
Na época da matrícula e da rematrícula, a maioria das famílias compara infraestrutura, lista de material e mensalidade. São critérios legítimos, mas eles não contam a história toda. O que determina a qualidade do dia a dia na sala de aula é quem está lá dentro dando aula, e em que condições essa pessoa trabalha.
O Sinpro Rio Preto reúne aqui o que vale olhar antes de assinar a matrícula.
O que a estrutura não mostra
Laboratório moderno e sala equipada são visíveis na visita à escola. As condições de trabalho de quem ensina não são.
E é justamente isso que aparece todo dia na relação do professor com a sua filha ou com o seu filho: a disposição para ouvir, a paciência para repetir uma explicação, o tempo de preparar uma aula com cuidado, a atenção para perceber que uma criança está diferente.
O que perguntar antes de assinar a matrícula
Nenhuma dessas perguntas é indiscreta. Todas dizem respeito ao ambiente onde seu filho vai passar boa parte do ano.
A escola paga em dia e cumpre a Convenção Coletiva de Trabalho da categoria?
Qual foi a rotatividade de professores nos últimos dois anos?
Os docentes têm hora-atividade respeitada para planejar e corrigir?
A escola tem canal de escuta para funcionários e professores, não só para as famílias?
Se a escola responde com transparência, isso já diz muita coisa. Se desconversa, isso também diz.
Por que professor exausto afeta a sala de aula
Quem acumula dois ou três empregos para fechar o mês chega na aula com menos energia do que gostaria. Não é falta de vocação, é aritmética do tempo e do cansaço.
O esgotamento aparece na prática pedagógica antes de aparecer em qualquer outro lugar. Ele reduz a escuta, encurta a paciência e tira do professor a margem que ele precisa para acolher um aluno que está indo mal.
Rotatividade no meio do ano: o custo invisível
Imagine começar o ano letivo com uma turma e, no meio do semestre, os professores começarem a sair porque a escola atrasa salário ou descumpre direitos.
Aprender depende de vínculo e de continuidade. Toda troca de professor no meio do caminho desmonta um pouco do que já tinha sido construído: a turma volta à estaca zero de convivência, e a confiança entre aluno e educador precisa começar de novo.
Para onde vai a sua mensalidade
Pagar escola particular é um investimento de longo prazo, feito com esforço pela maioria das famílias. Cabe perguntar para onde esse dinheiro está indo.
Uma escola que cumpre suas obrigações trabalhistas não está fazendo favor a ninguém: está garantindo a base para que o ensino aconteça. E quando ela deixa de cumprir, quem sente primeiro é o professor, mas quem sente depois é o aluno.
Valorizar quem ensina não é uma pauta contra as escolas. É a condição para que a escola funcione.
Dúvidas sobre direitos e condições de trabalho
O Sinpro Rio Preto orienta professoras e professores da rede particular e está à disposição da comunidade escolar para esclarecer o que prevê a Convenção Coletiva de Trabalho da categoria.
Canais do Sinpro Rio Preto
Portal: sinproriopreto.org.br
E-mail:
WhatsApp: (17) 99217-4324
Telefone: (17) 3234-4562
Sede: Rua Honduras, 227, Jardim Alto Rio Preto, São José do Rio Preto, SP
Professoras e professores do Ensino Superior tinham prazo até o quinto dia útil de setembro para receber as diferenças salariais de março a junho. Este ano, esse prazo caiu no dia 8, porque o dia 7 é feriado. Se você não encontrou o valor no seu holerite, ele está atrasado.
O percentual é de 15,35% sobre a remuneração bruta de fevereiro de 2026, garantido por Convenção Coletiva de Trabalho e devido por todas as Instituições de Ensino Superior.
Por que esse valor existe
Entre março e junho, os salários ficaram sem o reajuste da data-base enquanto a negociação da categoria corria. O reajuste de 3,45% só passou a valer em 1º de julho.
Os 15,35% são a compensação desses quatro meses sem reajuste.
O que está dentro dos 15,35%
O percentual não é só a diferença de salário. Ele reúne três coisas:
Os reajustes de 3,45% devidos em março, abril, maio e junho.
Os depósitos mensais de FGTS correspondentes, de 8% ao mês.
A multa rescisória de 40% sobre esse montante.
Ou seja, o cálculo já preserva os direitos que ficariam para trás se a diferença fosse paga como valor solto.
Onde procurar no seu holerite
Segundo a Convenção, o pagamento é feito preferencialmente como Participação nos Lucros ou Resultados, a PLR, ou como Abono Especial.
É por isso que ele passa despercebido: o valor não aparece como reajuste na linha do salário, aparece num campo separado, que quase ninguém confere. Vale procurar no holerite de agosto, que é pago no início de setembro.
Quem saiu da instituição em 2026 também tem direito
Docentes desligados entre março e maio de 2026, por pedido de demissão ou por iniciativa da instituição, têm direito às diferenças de 15,35% e à PLR de 10,50%, de forma proporcional aos meses trabalhados. Esses valores têm natureza indenizatória.
Para quem foi desligado de junho em diante, a Convenção prevê regra específica. Se for o seu caso, fale com o sindicato para conferir o cálculo.
Não achou o pagamento? Fale com a gente
Se o valor não estiver no seu comprovante de rendimentos, entre em contato com o Sinpro Rio Preto. O sigilo é garantido: o sindicato notifica a mantenedora sem expor quem informou.
Cobrar diferença de convenção é exatamente o trabalho da entidade, e quanto antes a irregularidade chega até nós, mais simples é resolver.
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A Festa do Professor 2026 do Sinpro Rio Preto acontece no dia 10 de outubro, um sábado, a partir das 11h30, no Clube AABB. É um almoço de confraternização com Paella Caipira, música e espaço para docentes e famílias, no mês da categoria.
Para a professora e o professor filiados, o ingresso não é dinheiro: é 1 litro de leite. Você garante o seu pelo WhatsApp do sindicato e retira o convite presencialmente na sede. E existe prazo: até 14 de setembro a retirada é exclusiva para docentes. Depois dessa data, os convites que sobrarem são liberados para dependentes e convidados.
Por que existe um prazo só para docentes
São 250 convites disponíveis, num clube com 280 lugares. Para garantir que quem é da categoria não fique de fora, o sindicato escalonou a distribuição: primeiro os professores e professoras, depois o restante.
Na prática, quem deixar para retirar depois do dia 14 concorre com dependentes e convidados pelos convites que sobrarem. E como são 250, eles podem acabar antes do prazo final, que é 30 de setembro.
O que vai ter na festa
O prato principal é a Paella Caipira, versão interiorana servida no almoço comemorativo.
A música fica por conta do DJ Mancha, com repertório de sucessos nacionais e internacionais. O bar é operado pelo restaurante e pub Villa Dionísio, e as bebidas são vendidas à parte, no local.
Ingresso Solidário: o leite é o convite
O ingresso do filiado é 1 litro de leite, entregue na retirada do convite, na sede do sindicato, ou na portaria do clube, no dia da festa.
Todo o volume arrecadado vai para instituições assistenciais de São José do Rio Preto que atendem famílias e crianças em situação de vulnerabilidade. É a campanha do Ingresso Solidário, que o sindicato repete neste ano.
Como funciona para cada público
Professoras e professores filiados: 1 litro de leite por pessoa, garantido pelo WhatsApp e retirado na sede.
Crianças até 12 anos: entrada gratuita.
Acompanhantes não associados: convite a R$ 30,00, liberado após o período de prioridade docente.
Serviço
Data: 10 de outubro de 2026, sábado
Horário: a partir das 11h30
Local: Clube AABB, São José do Rio Preto
Convites disponíveis: 250
Como garantir: WhatsApp (17) 99217-4324
Onde retirar: sede do Sinpro Rio Preto, Rua Honduras, 227, Jardim Alto Rio Preto, de segunda a sexta, das 8h às 17h
Prazo de prioridade docente: até 14 de setembro
Prazo final: 30 de setembro ou enquanto durarem os convites
Dúvidas sobre filiação, convites ou reserva de mesa
Fale com o plantão do sindicato pelo WhatsApp (17) 99217-4324 ou pelo telefone (17) 3234-4562.
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