Professoras e professores do Ensino Superior tinham prazo...
Professoras e professores do Ensino Superior tinham prazo até o quinto dia útil de setembro para receber as diferenças salariais de março a junho. Este ano, esse prazo caiu no dia 8, porque o dia 7 é feriado. Se você não encontrou o valor no seu holerite, ele está atrasado.
O percentual é de 15,35% sobre a remuneração bruta de fevereiro de 2026, garantido por Convenção Coletiva de Trabalho e devido por todas as Instituições de Ensino Superior.
Por que esse valor existe
Entre março e junho, os salários ficaram sem o reajuste da data-base enquanto a negociação da categoria corria. O reajuste de 3,45% só passou a valer em 1º de julho.
Os 15,35% são a compensação desses quatro meses sem reajuste.
O que está dentro dos 15,35%
O percentual não é só a diferença de salário. Ele reúne três coisas:
Os reajustes de 3,45% devidos em março, abril, maio e junho.
Os depósitos mensais de FGTS correspondentes, de 8% ao mês.
A multa rescisória de 40% sobre esse montante.
Ou seja, o cálculo já preserva os direitos que ficariam para trás se a diferença fosse paga como valor solto.
Onde procurar no seu holerite
Segundo a Convenção, o pagamento é feito preferencialmente como Participação nos Lucros ou Resultados, a PLR, ou como Abono Especial.
É por isso que ele passa despercebido: o valor não aparece como reajuste na linha do salário, aparece num campo separado, que quase ninguém confere. Vale procurar no holerite de agosto, que é pago no início de setembro.
Quem saiu da instituição em 2026 também tem direito
Docentes desligados entre março e maio de 2026, por pedido de demissão ou por iniciativa da instituição, têm direito às diferenças de 15,35% e à PLR de 10,50%, de forma proporcional aos meses trabalhados. Esses valores têm natureza indenizatória.
Para quem foi desligado de junho em diante, a Convenção prevê regra específica. Se for o seu caso, fale com o sindicato para conferir o cálculo.
Não achou o pagamento? Fale com a gente
Se o valor não estiver no seu comprovante de rendimentos, entre em contato com o Sinpro Rio Preto. O sigilo é garantido: o sindicato notifica a mantenedora sem expor quem informou.
Cobrar diferença de convenção é exatamente o trabalho da entidade, e quanto antes a irregularidade chega até nós, mais simples é resolver.
Canais do Sinpro Rio Preto
Portal: sinproriopreto.org.br
E-mail:
WhatsApp: (17) 99217-4324
Telefone: (17) 3234-4562
Sede: Rua Honduras, 227, Jardim Alto Rio Preto, São José do Rio Preto, SP
A Festa do Professor 2026 do Sinpro Rio Preto acontece no dia 10 de outubro, um sábado, a partir das 11h30, no Clube AABB. É um almoço de confraternização com Paella Caipira, música e espaço para docentes e famílias, no mês da categoria.
Para a professora e o professor filiados, o ingresso não é dinheiro: é 1 litro de leite. Você garante o seu pelo WhatsApp do sindicato e retira o convite presencialmente na sede. E existe prazo: até 14 de setembro a retirada é exclusiva para docentes. Depois dessa data, os convites que sobrarem são liberados para dependentes e convidados.
Por que existe um prazo só para docentes
São 250 convites disponíveis, num clube com 280 lugares. Para garantir que quem é da categoria não fique de fora, o sindicato escalonou a distribuição: primeiro os professores e professoras, depois o restante.
Na prática, quem deixar para retirar depois do dia 14 concorre com dependentes e convidados pelos convites que sobrarem. E como são 250, eles podem acabar antes do prazo final, que é 30 de setembro.
O que vai ter na festa
O prato principal é a Paella Caipira, versão interiorana servida no almoço comemorativo.
A música fica por conta do DJ Mancha, com repertório de sucessos nacionais e internacionais. O bar é operado pelo restaurante e pub Villa Dionísio, e as bebidas são vendidas à parte, no local.
Ingresso Solidário: o leite é o convite
O ingresso do filiado é 1 litro de leite, entregue na retirada do convite, na sede do sindicato, ou na portaria do clube, no dia da festa.
Todo o volume arrecadado vai para instituições assistenciais de São José do Rio Preto que atendem famílias e crianças em situação de vulnerabilidade. É a campanha do Ingresso Solidário, que o sindicato repete neste ano.
Como funciona para cada público
Professoras e professores filiados: 1 litro de leite por pessoa, garantido pelo WhatsApp e retirado na sede.
Crianças até 12 anos: entrada gratuita.
Acompanhantes não associados: convite a R$ 30,00, liberado após o período de prioridade docente.
Serviço
Data: 10 de outubro de 2026, sábado
Horário: a partir das 11h30
Local: Clube AABB, São José do Rio Preto
Convites disponíveis: 250
Como garantir: WhatsApp (17) 99217-4324
Onde retirar: sede do Sinpro Rio Preto, Rua Honduras, 227, Jardim Alto Rio Preto, de segunda a sexta, das 8h às 17h
Prazo de prioridade docente: até 14 de setembro
Prazo final: 30 de setembro ou enquanto durarem os convites
Dúvidas sobre filiação, convites ou reserva de mesa
Fale com o plantão do sindicato pelo WhatsApp (17) 99217-4324 ou pelo telefone (17) 3234-4562.
Canais do Sinpro Rio Preto
Portal: sinproriopreto.org.br
E-mail:
WhatsApp: (17) 99217-4324
Telefone: (17) 3234-4562
Sede: Rua Honduras, 227, Jardim Alto Rio Preto, São José do Rio Preto, SP
Neste Setembro Amarelo, mês dedicado à valorização da vida e à prevenção do suicídio, o Sinpro Rio Preto rompe o silêncio sobre o sofrimento psíquico que atinge professoras e professores da rede privada. Ansiedade crônica, síndrome de burnout, síndrome do pânico e depressão severa aparecem com frequência crescente entre docentes que procuram o sindicato. O que esses casos mostram é que o problema não está na fragilidade de cada um, e sim em um modelo de trabalho que adoece.
Se você precisa de ajuda agora
O CVV atende de graça, 24 horas por dia, pelo telefone 188 e pelo site cvv.org.br. O atendimento é sigiloso e não é preciso estar em crise para ligar.
Por que palestra motivacional não resolve
Cuidar da saúde mental de quem ensina não cabe em palestra de autoajuda, laço na lapela ou discurso corporativo de bem-estar. Esse tipo de abordagem devolve ao professor a responsabilidade por um esgotamento que não foi ele que criou. O desgaste do corpo docente não vem de falta de resiliência pessoal. Ele vem da forma como o trabalho está organizado nas escolas e faculdades privadas.
O que adoece: violência, hiperconexão e assédio
O adoecimento nas salas de aula tem causas concretas, e elas aparecem todo dia na base do sindicato em São José do Rio Preto e região.
Violência e intimidação. Professores enfrentam agressão verbal, ameaça, perseguição em grupos de rede social e a pressão de famílias que transferem para a escola aquilo que caberia a elas. Com frequência, isso acontece sem que a direção da escola ofereça respaldo.
Invasão do descanso. A exigência de responder a aplicativo de mensagem, e-mail institucional e plataforma digital fora da jornada toma o tempo de convívio e de recuperação. Correção de madrugada, atendimento a pais fora de hora e cobrança no fim de semana são trabalho invisível, e trabalho invisível também cansa.
Assédio moral e metas abusivas. Sob o nome de engajamento, o assédio se acomodou na rotina de muitas instituições. Com a ameaça de demissão a cada fim de semestre, o professor acumula função sem receber por isso e recebe tarefa que não cabe no tempo que ele tem.
O que a Convenção e a NR-1 já garantem
A saída para o sofrimento docente não está só no consultório, e atendimento individual sozinho não muda a causa. O enfrentamento passa pela organização coletiva e pela cobrança do que já está escrito.
Nas Convenções Coletivas de Trabalho negociadas pelo Sinpro Rio Preto e pela Federação dos Professores do Estado de São Paulo (FEPESP), que abrangem Educação Básica, Ensino Superior e Escolas Conveniadas, e nos acordos específicos do SESI e do SENAI, existem dispositivos que limitam a jornada, preservam a hora-atividade e tratam do envio de mensagem corporativa fora do expediente escolar.
A Norma Regulamentadora nº 1, a NR-1, obriga as instituições de ensino a mapear e gerenciar os riscos psicossociais do ambiente de trabalho, com participação da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e Assédio, a CIPA.
O Sinpro Rio Preto cobra que mantenedores e gestores criem canais permanentes de mediação de conflito, ofereçam apoio psicológico de verdade e adotem protocolo claro contra qualquer agressão dirigida a educadores.
O que fazer se está acontecendo com você
Exerça o direito à desconexão. Você não precisa responder a coordenação, direção ou responsável por aluno em período de descanso, feriado e fim de semana. Tempo de repouso é garantia legal.
Guarde prova. Salve print de mensagem recebida fora de horário, e-mail institucional e registro de ocorrência na escola. Documento guardado hoje é o que sustenta a ação depois.
Procure atendimento médico. Não ignore cansaço extremo, taquicardia, insônia, pânico ou depressão. Busque avaliação e peça que o laudo descreva com clareza o seu quadro.
Acione o Sinpro Rio Preto. O sindicato tem estrutura jurídica e sindical para receber denúncia, orientar e defender seus direitos, com sigilo garantido.
Você não precisa enfrentar isso sozinha ou sozinho. Dor individual se enfrenta com solidariedade e organização de classe. Onde houver um professor em sofrimento, o Sinpro Rio Preto estará lá.
Canais do Sinpro Rio Preto
Portal: sinproriopreto.org.br
E-mail:
WhatsApp de plantão e denúncias: (17) 99217-4324
Sede: Rua Honduras, 227, Jardim Alto Rio Preto, São José do Rio Preto, SP
Apoio emocional 24h, gratuito e sigiloso: CVV, telefone 188, ou cvv.org.br